Em comemoração aos seus 10 anos, o Clickarvore ganhou um novo formato. Agora, os internautas poderão participar votando nas regiões onde as mudas serão plantadas. “Dessa forma, as pessoas continuarão participando ativamente do programa, porém sugerindo a região do plantio, conforme as opções oferecidas pela Fundação”, informa Marcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento da Fundação. “Eles também poderão fazer campanhas online para envolver seus amigos e ao votar diariamente ganham pontos para participar de um jogo virtual em que cada um terá uma fazenda para cuidar e restaurar. Mesmo que virtualmente, queremos que todos experimentem os cuidados com a terra”.
As propriedades e viveiros que receberão as mudas do Clickarvore serão selecionados por meio de editais para que os proprietários se inscrevam e enviem suas propostas. “As propostas serão avaliadas para identificar a intenção do proprietário e a situação de sua propriedade”, explica Rafael Bitante, coordenador de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica.
Para saber mais acesse o site do novo Clickarvore.
Fonte: http://www.sosmatatlantica.gov.br
Olá, meu nome é Fernão, sou a favor da tecnologia livre, gratuita e disponível a todo o cidadão
Os NERDS não vão dominar o mundo !!!
Bem, tenho uma boa e uma má notícia.
A Boa é que eu sou NERD, rsrsrsr.
A Boa é que eu sou NERD, rsrsrsr.
A má é que os NERDS não vão dominar o mundo.
A razão é simples, e seria um fluxo antagônico pedir para dominar o que já está dominado.
Houve um tempo em que o saber ler era motivo de poder, até pouco tempo, ser um ADVOGADO era pertencer à elite pensante do país. Pois bem, vou dizer uma realidade a estes Tecnocratas de plantão, "vocês não são mais do que instrumentos do sistema, quem domina a MATRIX são os NERDS!!!"
A antiga elite pensante está fadada ao mesmo fim dos filósofos gregos, pois pensar não basta, tem que dominar o conhecimento!!!
OBRIGADO E ABRAÇOS À TODOS!
FERNÃO
Tecnólogo em Informática
OBRIGADO E ABRAÇOS À TODOS!
FERNÃO
Tecnólogo em Informática
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2 de junho de 2010
30 de maio de 2010
Ceará intensifica campanha Nem Tudo que Cai na Rede é Peixe
A campanha Nem Tudo Que Cai Na Rede É Peixe vem sendo intensificada pelo Tamar/ICMBio desde 2009, começando pelo Ceará, onde conta com apoio da Brandini e Petrobras. O litoral cearense é área de alimentação e corredor migratório das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, principalmente a verde (Chelonia mydas). O Estado é, também, importante porto pesqueiro, gerando assim forte interação entre esses animais e as diversas artes de pesca.
Desde o começo deste ano, segundo o coordenador regional do Tamar no Ceará, engenheiro de pesca Eduardo Moreira Lima, as equipes da campanha vêm se dedicando às áreas onde a captura incidental pela pesca atinge índices preocupantes, assim como no resto do país. No litoral cearense há também um esforço específico voltado para algumas comunidades onde ainda há resquícios de consumo e comercialização de carne de tartaruga marinhas.
Somente em 2009, o Tamar/Ceará salvou das redes de pesca e resgatou mais de 450 tartarugas, sendo que 76 foram encalhes. Entre janeiro e março deste ano, foram recolhidas 134, sendo 36 encalhadas. Porém, segundo Eduardo, esse número deve ser muito maior, pois a ingestão de resíduos sólidos e a pesca com redes de espera, entre outros fatores, têm causado sérios danos às populações de tartarugas marinhas que frequentam o litoral do Ceará e do Brasil.
“A campanha Nem Tudo que Cai na Rede é Peixe é importante instrumento de mobilização comunitária pela proteção das tartarugas marinhas. Essa edição traz novas ferramentas de educação e atrativos para transmitir melhor a sua mensagem aos pescadores, estudantes e a sociedade em geral”, afirma o coordenador do Tamar.
A base do Projeto Tamar/ICMBio no Ceará funciona, desde 1992, em Almofala, comunidade de pescadores descendentes indígenas da nação Tremembé. Fica a 190km de Fortaleza, no município de Itarema. Protege 40 quilômetros de praia, em uma área onde as tartarugas marinhas, também conhecidas na região como aruanã, se alimentam e descansam durante o ano inteiro, sendo capturadas incidentalmente em currais e redes de espera para lagostas, conhecidas como caçoeiras, que estão entre as principais artes de pesca artesanal utilizadas no litoral cearense.
Municípios e parceiros - Entre abril de 2009 e março passado, a campanha atingiu 10 municípios do Estado (Icapuí, Fortim, Aracati, Beberibe e Cascavel, no litoral leste; Trairí, Itarema, Acaraú, Camocim e Barroquinha, no litoral oeste), envolvendo comunidades locais, pescadores e mais de cinco mil estudantes de 130 escolas. Somente em atividades no Centro de Educação Ambiental do Tamar, em Almofala, a campanha foi apresentada a cerca de 6.500 moradores e 1.300 pecadores. Por conta da campanha, o Tamar conquistou assento permanente no Comitê Regional da Pesca da Lagosta, que é importante organismo para o gerenciamento da pesca da lagosta.
A campanha já realizou diversas atividades, como 16 exposições com público de aproximadamente 19 mil pessoas; palestras para estudantes e pescadores; mostras de DVDs institucionais, distribuição de material educativo, como cartazes, folhetos e camisetas, além de uma cartilha para quase 2.400 pescadores e líderes comunitários, ensinando-os como reanimar uma tartaruga afogada por ficar presa em redes de pesca.
Entre os principais parceiros do Tamar nesta campanha estão as colônias de pescadores; prefeituras municipais de Itarema, Fortim e Acaraú; e o Ibama/Ceará, através do Centro de Triagem de Animais Silvestres-Cetas e do Núcleo de Educação Ambiental-NEA.
Fonte site: http://www.tamar.gov.br
Desde o começo deste ano, segundo o coordenador regional do Tamar no Ceará, engenheiro de pesca Eduardo Moreira Lima, as equipes da campanha vêm se dedicando às áreas onde a captura incidental pela pesca atinge índices preocupantes, assim como no resto do país. No litoral cearense há também um esforço específico voltado para algumas comunidades onde ainda há resquícios de consumo e comercialização de carne de tartaruga marinhas.
Somente em 2009, o Tamar/Ceará salvou das redes de pesca e resgatou mais de 450 tartarugas, sendo que 76 foram encalhes. Entre janeiro e março deste ano, foram recolhidas 134, sendo 36 encalhadas. Porém, segundo Eduardo, esse número deve ser muito maior, pois a ingestão de resíduos sólidos e a pesca com redes de espera, entre outros fatores, têm causado sérios danos às populações de tartarugas marinhas que frequentam o litoral do Ceará e do Brasil.
“A campanha Nem Tudo que Cai na Rede é Peixe é importante instrumento de mobilização comunitária pela proteção das tartarugas marinhas. Essa edição traz novas ferramentas de educação e atrativos para transmitir melhor a sua mensagem aos pescadores, estudantes e a sociedade em geral”, afirma o coordenador do Tamar.
A base do Projeto Tamar/ICMBio no Ceará funciona, desde 1992, em Almofala, comunidade de pescadores descendentes indígenas da nação Tremembé. Fica a 190km de Fortaleza, no município de Itarema. Protege 40 quilômetros de praia, em uma área onde as tartarugas marinhas, também conhecidas na região como aruanã, se alimentam e descansam durante o ano inteiro, sendo capturadas incidentalmente em currais e redes de espera para lagostas, conhecidas como caçoeiras, que estão entre as principais artes de pesca artesanal utilizadas no litoral cearense.
Municípios e parceiros - Entre abril de 2009 e março passado, a campanha atingiu 10 municípios do Estado (Icapuí, Fortim, Aracati, Beberibe e Cascavel, no litoral leste; Trairí, Itarema, Acaraú, Camocim e Barroquinha, no litoral oeste), envolvendo comunidades locais, pescadores e mais de cinco mil estudantes de 130 escolas. Somente em atividades no Centro de Educação Ambiental do Tamar, em Almofala, a campanha foi apresentada a cerca de 6.500 moradores e 1.300 pecadores. Por conta da campanha, o Tamar conquistou assento permanente no Comitê Regional da Pesca da Lagosta, que é importante organismo para o gerenciamento da pesca da lagosta.
A campanha já realizou diversas atividades, como 16 exposições com público de aproximadamente 19 mil pessoas; palestras para estudantes e pescadores; mostras de DVDs institucionais, distribuição de material educativo, como cartazes, folhetos e camisetas, além de uma cartilha para quase 2.400 pescadores e líderes comunitários, ensinando-os como reanimar uma tartaruga afogada por ficar presa em redes de pesca.
Entre os principais parceiros do Tamar nesta campanha estão as colônias de pescadores; prefeituras municipais de Itarema, Fortim e Acaraú; e o Ibama/Ceará, através do Centro de Triagem de Animais Silvestres-Cetas e do Núcleo de Educação Ambiental-NEA.
Fonte site: http://www.tamar.gov.br
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